‘Estou treinando para ocupar o maior espaço possível’: banda que estreia no Lollapalooza faz exercício físico para tocar em palco grande


Os integrantes do Pluma estão acostumados a tocar em espaços com palcos menores. Para lidar com a grandiosidade de um palco do festival, a vocalista está fazendo exercícios físicos para correr e cantar pelo espaço. Banda Pluma.
Divulgação
Quem vê um artista no palco, se apresentando, não imagina o peso disso para quem precisa aprender a ocupar um espaço tão grande dentro de um festival.
No caso da banda Pluma, criada em 2020 e que estreia no Loolapalooza, existe uma preparação física e mental.
“Acho que ocupar o espaço vai ser a questão. Meu maior treino, hoje em dia, é não só me soltar, me sentir confortável para ocupar o maior espaço possível, mas também treinar fisicamente porque correr e cantar, se movimentar muito e cantar é uma coisa muito difícil, assim. Esse controle de fôlego é uma coisa que tem que treinar muito. E como a gente está acostumado a tocar em palcos menores, não é uma coisa que geralmente tenho que me preocupar”, afirma Marina Reis, vocalista da Pluma.
Apesar de estar acostumada a tocar em espaços com capacidade para 300 pessoas, a banda Pluma já tocou em dois grandes festivais, no Nômade, em São Paulo, e em um showcase do Primavera Sound Barcelona.
“Para a gente é uma vitrine muito importante – para todos os artistas brasileiros que são convidados – e eu acho que, também, o fato de ser o maior show que a gente vai fazer até agora, o maior palco que a gente vai ocupar até agora, gera uma pressão que serve como oportunidade para crescer, para aprender, e sonhar”, completa.
O grupo formado por Marina Reis, Diego Vargas, Guilherme Cunha e Lucas Teixeira estreia no palco do festival com a turnê de “Não Leva a Mal”, seu primeiro álbum de estúdio – lançado no último mês de julho – que explora elementos de R&B, neo soul, jazz, pop, indie rock e psicodelia.
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